Archive for the ‘Sem categoria’ Category

War (no Rio)

quinta-feira, outubro 1st, 2009
http://jogowarinrio.blogspot.com/

Interessante.


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Telefone casa.

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Ninguém sabe direito o que é, pra que serve ou como foi chegar no meio de uma floresta russa. Mas ainda está lá, parado e fazendo a gente coçar a cabeça e criar teorias malucas. Eu tenho várias. Quais são as suas?
Via: English Russia. Indispensável.

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O que aprendemos de novo hoje. Parte 5

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Que o Picachu tem vagina!


Entre sem bater!


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O que aprendemos de novo hoje. Parte 6

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Por Leandro Damasceno
Que o concurso de Miss Rússia deveria ser televisionado no Brasil.


Não seria essa uma boa idéia? Olha só, para você refletir com mais calma:


A sessão “o que aprendemos hoje” do Saca-Trapo está começando uma campanha para trazer o concurso de Miss Rússia para a TV brasileira em 2008. Mesmo sem legendas ou dublagem. Não poderia ser pior do que os programas de domingo que já temos, certo?

Via: English Russia



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O que nós aprendemos hoje. Parte 3

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Hoje, boys and girls, nós aprendemos que democracia de verdade se faz com lasers. Com LASERS!!!



Foto original da indispensável Trixie Badlam


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O que nós aprendemos hoje. Parte 4

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Por Leandro Damasceno
Hoje nós aprendemos que o sumô é o mais belo dos esportes.



Pratique!



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O que nós aprendemos hoje. Parte 1

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Por Leandro Damasceno

Nós aprendemos hoje, meninos e meninas, que existe um blog dedicado a mostrar, exclusivamente, imagens de personagens de quadrinhos levando ou dando pancada no saco.


Para acessar, é só clicar aqui: http://nadshot.com

Eu gostaria de dizer que esse blog celebra uma tradição e que existe uma explicação para essa prática e que a maioria das pessoas não consegue ver a arte por trás disso tudo devido ao preconceito e à censura das grande corporações de mídia e blá, blá, blá….

Nada disso! São chutes e socos e boladas e afins no saco. É engraçado.

Divirta-se!

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Brain Wood

quinta-feira, outubro 1st, 2009
por Leandro Damasceno

Atualmente o lugar da web que mais me faz perder tempo é esse aqui:
http://northlanders.ning.com/

Uma comunidade virtual, criada pelo artista Brian Wood, onde colaboram diversos outros artistas, leitores, chatos — porque não existe lugar algum onde eles não estejam — e pessoas interessadas em novidades a respeito de diferentes quadrinhos.


Capa e Quarta-capa do encadernado de Channel Zero. Arte e design de Wood

Brian começou a carreira como artista e escritor de sua própria revista, Channel Zero, uma graphic novel que surgiu como trabalho de conclusão do curso de artes e foi publicada nos EUA pela editora Ait-Planetlar. Como designer, ele já fez diversos trabalhos, sendo que o mais conhecido foi o do jogo Grand Theft Auto, da Rockstar Games.

Por mais irônico que pareça, conheci o trabalho de Brian justamente através do design e não das HQs. Hoje, depois de anos fazendo logos e afins, Wood se dedica integralmente a escrever quadrinhos. Seus dois trabalhos atualmente sendo publicados são DMZ, pelo selo Vertigo da DC Comics, e Local, pela editora independente Oni Press.


Capa de Local #10, arte de Ryan Kelly, design de Brian Wood

Local deve ser publicada no Brasil ainda esse ano pela Devir (ou seja, espere pela facada no olho. A Devir não é famosa pelos seus precinhos camaradas). Independente do preço, vale muito a pena conhecer Brian Wood através desse título. Em histórias “menores”, focadas em personagens mais próximos do mundo real, é onde suas forças narrativas mais se destacam e fica claro que esse artista se tornou um grande escritor. Os desenhos dos doze números de Local são de Rayn Kelly. A mesma dupla está trabalhando em New York Four, mas isso é assunto para outra hora.


Capa da graphic novel New York Four, por Wood e Kelly.



Capa de DMZ #12, arte de Wood

DMZ (sigla de demilitarized zone, ou em português, zona desmilitarizada) mostra a cidade de Nova York totalmente destruída, tendo que sobreviver em meio a uma guerra civil, através do olhos de um jornalista fotográfico chamado Matty Roth.

Matty Roth, arte de Wood

O desenhista regular de DMZ é o italiano Ricardo Burchelli. A arte acima é da edição número 12, totalmente desenhada por Wood. Outros artistas, como Nathan Fox e Kristian Donaldson
já assumiram alguns números e ainda devem voltar para mais aparições especiais antes do final da série, prevista para durar sessenta edições.

DMZ deve incluir o mix da revista Pixel Magazine a partir do mês de setembro. Não consigo imaginar uma maneira pior de se publicar essa série no Brasil, mas por enquanto é o que teremos.

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Surrealismo

quinta-feira, outubro 1st, 2009

Primeira projeto completo em 3d realizado por esse blogueiro de meia tigela. Apresenta o surrealismo brincando com elemento de algumas obras desse movimento artístico. para saber mais sobre esse povo doido, visite http://www.surrealismo.net/.

Cidades 2.0

quinta-feira, outubro 1st, 2009
Leandro Damasceno


Já devo ter escrito umas vinte vezes sobre como eu gosto de cidades e das coisas que remetem ao urbano. Em 2008, mais da metade da população mundial estará vivendo em cidades e dentro desses aglomerados de pessoas pode-se contar todas as histórias. Nem todas têm uma moral, mas elas estão ali.

Uma das coisas mais interessantes é que, ao contrário do que todo mundo previa, não é por causa disso que as pessoas têm se enclausurado. Vide os dispositivos de comunicação móvel, a troca de mensagens via celular e a crescente presença de smartphones e afins no dia-a-dia urbano.

Bem, já que mobilidade é uma das ordens do dia, por que não um “modelo da era 2.0″ de casa móvel:


mais de 100 canais de TV, internet sem fio em tempo integral, diagnóstico computadorizado do veículo, serviço de assistência de emergência, informações de tráfego e de tempo em tempo real por comunicação via satélite.

Mais legal do que tudo isso?



É super bonitinho!

Pena que é um protótipo e não existe de verdade, mas se algum dia você quiser mesmo mobilidade no seu imóvel, contate o time de designers da General Motors e torça pelo melhor.

A alternativa é acampar no meio de Times Square. Mas isso seria muito hippie-moderno-ainda-sujo-nojento-do-novo-milênio.



E no inverno essas barraquinhas não iriam ajudar muito… Mas enfim, alternativas para as cidades do novo milênio, cara. Mais da metade da população mundial estará nas cidades. Ou a gente dá um jeito de acomodar todo mundo ou o governo vai começar a levar muito a sério as teorias de Thomas Malthus.

Via um dos meus sites prediletos: http://weburbanist.com/


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